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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Natal? (o anti-kitsch)

 
As mais belas mentiras habitam aqui.
Nessa selva armada de concreto e cal.
 
Jogos de artifício.
Luzes de ilusão.
Magos mercadores,
Presti/digitação.
 
Verdes ruas doiradas,
feérica vermelhidão!
 
Nevascas fabricadas
com papel crepom,
Estrelas cintilantes
de processador,
e o excessivo choque
de imagem e de som.
 
As mais belas mentiras habitam aqui,
Nessa selva armada de concreto e cal.
Brindemos à ilusão
na egolatria geral...

***********************************
 

6 comentários:

Tais Luso disse...

'As mais belas mentiras habitam aqui,
Nessa selva armada de concreto e cal.
Brindemos à ilusão
na egolatria geral...'

Quanta verdade em poucas linhas! E que foto para ilustrar este poema... Teria maior verdade?
abraços
tais luso

José María Souza Costa disse...

Na verdadce temeos que cuidasr dos povos, e das pessoas. Não deixar-se iludir com as quimeras. Estou aqui lhe convidando a visitar o meu blogue e se possivel seguirmos juntos por eles. Estarei grato esperando por voce lá
Abraços de verdade.

DiAfonso disse...

Olá, Caro José Maria! Boa tarde!

É um prazer receber seu comentário no Spiritus e no Terra Brasilis Educacional. Seja bem-vindo aos dois blogs dos quais sou editor-geral.

Gostaria de dizer também que, a partir de agora, estou seguindo seu excelente blog.

Grande abraço!

DiAfonso disse...

Olá, Taís Luso! Boa tarde!

Obrigado pelo comentário. Agradeço em nome de meu grande amigo Luiz Eurico de Melo Neto, o poeta e autor de tais verdades poetizada com extrema sensibilidade. Pode acessá-lo pelo link que se encontra abaixo do poema.

Adorei também a postagem sobre Cândido Portinari, tanto que a estarei reproduzindo no Terra Brasilis.

Grande abraço!

Emília disse...

Parabéns pelo seu trabalho neste espaço de partilha em 2010 e faço votos que 2011 seja um ano cheio de sonhos concretizados!
Um abraço

DiAfonso disse...

Obrigado, Emília!

Que em 2011 tudo se realize em sua vida.

Abs!

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